Júnior da Femac encerrará mandato com contratações questionáveis e fracasso em atender demandas populares

O término da gestão de Júnior da Femac à frente da prefeitura de Apucarana está marcado por críticas e insatisfação popular. Em um momento em que diversos municípios enfrentam dificuldades econômicas e adotam políticas de corte de gastos, Júnior tomou a direção oposta, apostando na manutenção e ampliação de cargos comissionados, uma estratégia que gerou grande descontentamento. Enquanto outras cidades buscam enxugar a máquina pública, ele optou por manter aliados políticos em posições de destaque, criando uma imagem de uma administração voltada mais para interesses próprios do que para as reais necessidades da população.

As contratações em cargos de confiança, que continuaram até os últimos momentos de seu mandato, são vistas como uma clara tentativa de manter sua base política e sustentar um grupo de apoio, em detrimento de uma gestão mais enxuta e eficiente. Em vez de priorizar o equilíbrio fiscal e a otimização dos serviços públicos, Júnior da Femac apostou em uma estrutura administrativa inchada, criando um contraste gritante com a realidade de outras prefeituras que optaram por austeridade para garantir o bom funcionamento dos serviços básicos.

Essa postura gerou críticas não apenas da população, mas também de diversos setores políticos que acreditam que a gestão de Júnior perdeu o rumo ao longo do tempo. As demandas por melhorias em saúde, educação, transporte público e infraestrutura, que deveriam ser o foco principal, ficaram em segundo plano enquanto o prefeito se ocupava em assegurar cargos e acomodar aliados. Mesmo questões fundamentais, como a melhoria da qualidade de vida nos bairros mais afastados, não receberam a atenção devida. A falta de avanços concretos em áreas essenciais fez com que a imagem de Júnior da Femac se desgastasse rapidamente.

Ao encerrar seu ciclo como prefeito, Júnior deixa para trás uma cidade dividida e uma gestão marcada pela falta de respostas. Para muitos, seu governo representou oportunidades desperdiçadas, com decisões que privilegiaram a política em detrimento do desenvolvimento. O cenário final é de frustração para boa parte dos apucaranenses, que esperavam uma administração mais comprometida com o bem-estar coletivo e menos voltada para os interesses pessoais e políticos. A cidade agora olha para o futuro, esperando que os próximos gestores possam reverter o legado de um governo que terminou sem cumprir muitas de suas promessas.

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